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Milos, Ilhas Gregas

03/09/2020

Descobri a ilha de Milos, quase por acaso, numa das várias pesquisas que fiz sobre que ilhas gregas visitar. Fiquei apaixonada pelas fotos que vi no blog Find us lost, nomeadamente com o aspeto lunar das formações rochosas de Sarakiniko, assim como com a cor e transparência da água do mar. A partir daqui Milos tornou-se “a ilha” a conhecer.

Apanhámos avião de Atenas para Milos, uma viagem curtíssima (são cerca de 180Km), de menos de trinta minutos num bimotor. Escolhemos ir de avião porque de ferry a viagem leva mais de cinco horas! Na altura que fomos havia apenas 3 voos semanais, o que fez com que Milos fosse o nosso primeiro destino nas ilhas.

O aeroporto é mínimo e super básico, e a ilha está ainda muito pouco desenvolvida. Há poucos hotéis, mas o povo é simpático e acolhedor. As praias são incríveis, com uma envolvência ainda virgem e muito invulgar.

Ficámos em Milos dois dias inteiros e foi pouco, três ou quatro dias seria o ideal para conseguir ver tudo o que tinha em mente. Ficou a faltar Mandrakia, a praia de Foropotamos e Klima. Alugar um carro em Milos e restantes ilhas é essencial para se conhecer as praias e os lugares. Ficar no hotel não faz sentido e chamar táxis também não, porque há tanto para descobrir.

Não deixem de fazer um passeio de barco, num veleiro ou catamaran. Idealmente privado, mas também organizam grupos até 20 pessoas. Nós reservámos um veleiro com a Excellent Yatching Milos e adorámos a experiência. O skipper e ajudante eram impecáveis, tinham imenso jeito para os miúdos, contavam histórias incríveis sobre a ilha, acompanharam-nos sempre no snorkelling e visita às grutas. Não podia ter sido melhor.

 

O que visitar

Adamas, onde está o porto e a principal zona comercial da ilha. Há restaurantes, cafés e algum comércio generalizado, mas sem grandes entusiasmos.

 

Plaka, a vila mais típica da ilha, tem recantos adoráveis e restaurantes muito simpáticos.

 

Klima e Mandrakia: vilas de pescadores com uma arquitetura fora do comum. Têm garagens para os barcos na parte de baixo das casas, sempre caiadas de branco e com portas e portadas coloridas: azul, encarnado, amarelo, verde. Parecem autênticos postais.

 

As praias

Praia de Sarakiniko, Firiplaka, Provatas, Paliochori, Tsigrado e Kleftiko (estas últimas, apenas acessível por barco). Tsigrado tem um acesso muito difícil por uma escada de uma altura enorme, imprópria para crianças e até adultos. Um risco desnecessário, na minha opinião.

 

Onde ficar

Cave Suites Milos (onde ficámos e adorámos! O hotel, a simpatia do staff e os pequenos-almoços). Fica a menos de 10 minutos da principal vila, Adamas, a 2 minutos de Sarakiniko e a menos de 15 minutos da segunda vila mais badalada, a de Pollonia. Surpreendeu-nos bastante pela positiva.

Milos Cove (hotel recente com um design incrível, mas fica na zona sul, fora do circuito e do centro.

Delmar Apartments & Suites (fica em Pollonia, tem um preço simpático e um design interessante),

 

Restaurantes que vale a pena ir

Sirocco Volcanic Restaurant, na praia de Paliochori. Não fazem reservas, é dos poucos restaurantes de praia que a ilha tem, almoçámos lá e adorámos. A localização e a comida.

Medusa, perto da praia de Mandrakia. Peixe fresco é o forte do restaurante.

Hanabi sushi em Pollonia.

Plaka e Pollonia tem vários restaurantes que achei interessantes, é passar e entrar.

 

Em qualquer uma das ilhas vale a pena ficar mais tempo para disfrutar das praias. Nós quisemos acima de tudo conhecer mais do que uma ilha e por isso ficámos dois a três dias em cada uma.

 

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